Mais de um milhão de coleiras para fortalecer o combate à leishmaniose no Brasil

Compartilhe em suas redes sociais

Assita ao vídeo completo: Clique aqui!

A leishmaniose visceral continua sendo um importante desafio de saúde pública no Brasil. Todos os anos, milhares de pessoas são diagnosticadas com a doença, e o país concentra cerca de 90% dos casos registrados na América Latina.

Para fortalecer as ações de prevenção, o Ministério da Saúde incorporou a distribuição gratuita de mais de um milhão de coleiras impregnadas com inseticida para cães em 133 municípios prioritários. A estratégia tem como objetivo reduzir a circulação do mosquito-palha, principal transmissor da doença, e proteger tanto os animais quanto as pessoas.

A transmissão acontece por meio da picada da fêmea do mosquito-palha infectada. Nas áreas urbanas, os cães são considerados os principais reservatórios do parasita, desempenhando um papel importante no ciclo de transmissão da leishmaniose. Por isso, protegê-los é uma das formas mais eficazes de ajudar a controlar a doença.

Em humanos, a leishmaniose visceral pode causar febre prolongada, aumento do fígado e do baço, perda de peso, anemia, fraqueza intensa e outras complicações graves. Sem diagnóstico e tratamento adequados, a doença pode evoluir para óbito em até 90% dos casos.

A boa notícia é que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diagnóstico e tratamento gratuitos para a população. Além disso, iniciativas de prevenção, como o uso de coleiras repelentes, têm demonstrado resultados positivos na redução do risco de infecção em cães e no fortalecimento das ações de controle da doença.

No combate à leishmaniose, a prevenção continua sendo a ferramenta mais poderosa. Afinal, proteger um cachorro pode significar proteger uma família inteira — e até uma cidade.

Prevenir é sempre o melhor caminho.

Notícias relacionadas

Deixe já seu comentário